Nos 80 anos de Pelé, relembre ligação do Rei com a F1: teve festa com Senna e gafe na bandeirada


Após vitória no GP do Brasil de 1993, Rei do Futebol e Rei das Pistas comemoraram juntos; em 2002, Atleta do Século XX deixou de dar a bandeirada para os irmãos Schumacher Dia 23 de outubro de 2020, uma data marcante para o esporte mundial. Afinal, Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, completa 80 anos de idade. Mas o que o Atleta do Século XX tem a ver com o F1 Memória? Tudo! Afinal, não foram poucas as participações de Pelé no chamado “Circo” da Fórmula 1 durante a sua vida.
Bandeirada Pelé GP do Brasil de 2002
Reprodução/TV Globo
Seja pela relação com os pilotos brasileiros campeões, seja pela participação em premiações de GPs ou em ações promocionais, Pelé teve diversas aparições na principal categoria do automobilismo. Vamos relembrar?
Inversão de papeis
Emerson Fittipaldi e Pelé trocaram de roupa para posar para capa de revista
Reprodução/Manchete
Não é exagero afirmar que Pelé e Emerson Fittipaldi eram os grandes ídolos do esporte brasileiro no começo dos anos 1970. Os dois se tornaram amigos, e, num ensaio para a revista Manchete em 1972, eles trocaram de roupa. Pelé vestiu o macacão da Lotus, enquanto o corintiano Emerson usou camisa, calção e meias do Santos.
Encontro de Reis
Pelé comemorou com Ayrton Senna a vitória do tricampeão no GP do Brasil de 1993
Reprodução/rede social
Após vencer o GP do Brasil de 1993, Ayrton Senna foi comemorar numa famosa boate de São Paulo, e o convidado de honra foi ninguém menos do que o Rei Pelé. Os dois reis, o das pistas e o do futebol, confraternizaram durante toda a noite.
Crédito eterno
Em 1998, Pelé doou cheque a menino de 12 anos com paralisia cerebral
Getty Images
No fim dos anos 1990, Pelé era garoto-propaganda de uma empresa de cartões de crédito, e a mesma marca patrocinava a equipe Jordan. O Rei foi o astro de uma ação de caridade que envolvia o time comandado por Eddie Jordan e entregou um cheque de 2 mil libras (hoje cerca de R$ 12 mil) para o garoto Daniel Crawford, um fã de Fórmula 1 que sofria de paralisia cerebral.
Convidado de honra
Pelé entregou troféu a Damon Hill, vencedor do GP do Brasil de 1996
Reprodução/rede social
Maior expoente do esporte brasileiro em todos os tempos, Pelé foi convidado para entregar o troféu de vencedor do GP do Brasil por duas vezes. Em 1996, numa corrida com muita chuva no começo e pista seca no fim em Interlagos, Damon Hill foi o vencedor e teve a honra de receber o troféu das mãos do Rei.
Pelé entrega a Schumacher o troféu pela vitória no GP do Brasil de 2000
Getty Images
Quatro anos depois, Pelé voltou a entregar o troféu para o vencedor do GP do Brasil, mas desta vez quem recebeu a honraria foi Michael Schumacher. Chamou bastante a atenção a gravata do Rei, cheia de bolas de futebol.
Força, Burti!
Pelé posa com a equipe Prost no fim de semana do GP do Brasil de 2001
Reprodução/rede social
Em 2001, Pelé tinha um acordo com um canal esportivo de TV que patrocinava a equipe Prost e visitou os boxes em Interlagos e Monte Carlo. No Brasil, o Rei sentou-se no carro de Jean Alesi e posou com todos os mecânicos do time.
Burti, Pelé e Prost posam nos boxes de Monte Carlo, em 2001
Getty Images
Em Mônaco, o Rei passeou pelo paddock e boxes e incentivou o brasileiro Luciano Burti. Como sempre, Pelé foi bastante assediado pelos torcedores e manteve seu sorriso característico.
Vai passar, Pelé!
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Em 2002, o lance mais lembrado de Pelé relacionado à Fórmula 1: convidado para dar a bandeirada do GP do Brasil, Pelé se posicionou como o combinado. O diretor de prova Carlos Montagner havia combinado de cutucar a perna do Rei quando o vencedor estivesse chegando para que ele desse a bandeirada. Mas, após a cutucada, Pelé olhou para trás e perdeu Michael Schumacher cruzando a linha de chegada… Só depois o Rei deu a bandeirada para os demais.
Troféu na despedida
Pelé entregou troféu em homenagem a Schumacher na sua corrida de despedida, em 2006
Getty Images
Diz o ditado que “rei morto, rei posto”. No caso da F1, não foi diferente, e Michael Schumacher foi o sucessor de Ayrton Senna como melhor piloto do mundo. E, na prova de sua primeira despedida, em 2006, Pelé foi novamente chamado para dar um troféu especial a Schumi em Interlagos.

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